quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Policial Civil de Minas acusa Aécio Neves de viciado e envolvimento com trafico de drogas

Datafolha e Ibope mostram que “onda azul” de Aécio virou marola

Mesmo com apoios ao peessedebista e exploração da mídia tradicional do caso Petrobras, avaliação do governo melhora no Ibope e rejeição ao tucano sobe no Datafolha.
Por Glauco Faria - Revista Fórum:
A divulgação de duas pesquisas nacionais hoje, com base em dados de entrevistas feitas nos dias de ontem e nesta quarta-feira, podem fazer parecer que nada mudou no cenário, já que permanece o empate técnico entre Aécio Neves e Dilma Rousseff com a mesma diferença numérica de dois pontos a favor do tucano.
Mas descendo aos detalhes, vê-se que não é assim. Primeiro, é importante destacar o contexto entre a realização das duas últimas pesquisas dos institutos. De lá pra cá, houve o depoimento vazado de Paulo Roberto Costa e a exploração da mídia tradicional de forma quase exaustiva a respeito do caso Petrobras. Além disso, a série de apoios recebidos pelo candidato tucano, entre eles o da família de Eduardo Campos e o de Marina Silva, ajudavam a dar a sensação, trabalhada por jornalistas e apoiadores, de que havia um clima de “onda azul”, com a continuidade do crescimento de Aécio. Números mais que favoráveis e igualmente suspeitos de institutos de pesquisas foram divulgados largamente por apoiadores tucanos (reais e robôs) nas redes sociais.
Mas a onda virou marola. Dilma, exposta há quase quatro anos diariamente na mídia, já é conhecida do eleitorado. Aécio, não. E o trabalho da campanha da petista em mostrar aspectos do presidenciável ainda desconhecidos por parte da população acabou anulando os possíveis efeitos positivos que a série de apoios poderia ter na campanha do PSDB.
Os dados das duas pesquisas de hoje mostram que há alguns números positivos para a presidenta, e nenhum que favoreça Aécio. No Ibope, por exemplo, a avaliação ótimo/bom do governo subiu de 39% para 43%. Como, na pesquisa de hoje, Dilma apresenta a mesma porcentagem de intenções de votos, é perfeitamente crível que parte daqueles que avaliam o governo como regular possa optar pela petista ao comparar as candidaturas. Há margem para crescimento.
Já no Datafolha, a rejeição à petista oscilou para baixo, passando de 43% para 42%, e a de Aécio subiu de 34% para 38%. No limite, há um empate técnico entre os dois percentuais, sendo que a diferença entre um e outro era de nove pontos no levantamento anterior, e agora é de quatro.
Ambas as sondagens mostram que houve aumento do percentual daqueles que pretendem votar branco ou nulo. Mas isso não significa que não possam mudar de ideia até o pleito. O alto índice de audiência do debate da Band mostra essa disposição de muitos em conhecer melhor o que dizem os dois candidatos. A propósito, a repercussão do encontro entre os presidenciáveis pode ainda não ter se refletido plenamente em ambas as pesquisas, já que parte dos dados foi coletada ontem. Por enquanto, o vento é quase uma brisa, mas sopra a favor de Dilma. Em uma disputa acirrada, pode ser a diferença na reta final.

Lula: quem não fez bafômetro pode governar?

Ex-presidente questionou ontem, durante comício no Pará, a capacidade do candidato do PSDB, Aécio Neves, de governar o País, e lembrou episódio vivenciado pelo tucano em 2011; "Ontem (terça) eu assisti o debate e ouvi o Aécio dizendo que tem responsabilidade e competência pra governar o país. Como alguém que se recusa a fazer o teste do bafômetro, por estar dirigindo bêbado, pode governar o país?", perguntou Lula; petista comparou os anos de governo do PT com os do PSDB, lembrando que "só se governava para um terço da população"
247 – O ex-presidente Lula questionou na noite desta quarta-feira 15, durante comício no município de Ananindeua, no Pará, a capacidade do candidato do PSDB, Aécio Neves, de governar o País. Ele mencionou um episódio vivenciado pelo tucano em 2011, quando ele se recusou a fazer o teste do bafômetro e teve a habilitação, que estava vencida, apreendida em blitz no Rio de Janeiro.
"Ontem (terça-feira) eu assisti o debate e ouvi o Aécio dizendo que tem responsabilidade e competência pra governar o país. Como alguém que se recusa a fazer o teste do bafômetro, por estar dirigindo bêbado, pode governar o país?", questionou Lula. "Palavras são muito fáceis de dizer", discursou. No ato, ele fez campanha para Helder Barbalho (PMDB), candidato a governador do Pará.
"No debate na televisão, eu vi um candidato dizer: 'o meu governo é o governo da decência e da competência'. Eu fico imaginando que decência e que competência se um dia ele foi parado as 3 da manhã na rua do rio de janeiro e se recusou a colocar a boca no bafômetro pra saber se ele tinha bebido ou não", disse ainda o ex-presidente, sem mencionar o nome de Aécio.
Lula comparou os anos sob governos do PT no Brasil e sob o governo de Fernando Henrique Cardoso. "Houve um tempo nesse país que quem ganhava só um salário mínimo não podia sonhar com casa própria, um tempo em que a gente agia como um vira-lata, pedindo licença para outros países do que a gente faria e um tempo em que só se governava para um terço da população", afirmou.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Vídeo: Kajuru detona Aécio, cheirador de Cocaína

Kajuru detona Aécio: “Você é mentiroso, ladrão e não presta! Cheirador de COCAINA. Assista ao vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=g1M5e8RBm28

Vox Populi: Dilma 51% e Aécio 49%

A presidenta e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) estão tecnicamente empatados na disputa do segundo turno destas eleições segundo pesquisa do Instituto Vox Populi. Contudo, a petista está numericamente à frente, com 45% contra 44%.
Brancos e nulos correspondem a 5% do total de votos, mesmo percentual dos indecisos.
Ambos estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos. O resultado é similar ao observado na última semana pelos institutos Datafolha e Ibope.
Desconsiderando-se os votos brancos, nulos e indecisos, os números sobem para 51% para Dilma e 49% e Aécio.
Este é o primeiro levantamento feito pelo instituto no pleito para o segundo turno, e depois do anúncio do apoio público dos candidatos Marina Silva (PSB) e Eduardo Jorge (PV) ao candidato tucano. A quarta colocada nas eleições, Luciana Genro (PSOL), não declarará apoio a nenhum dos dois candidatos, apesar de desconsiderar o voto no segundo. A pesquisa foi solicitada pela Rede Record.
De acordo com o levantamento, 40% do total de eleitores avaliam positivamente o governo Dilma. Mais 37% o consideram regular e 22%, como negativo.
O levantamento mostra ainda que Dilma Rousseff vai melhor no Nordeste, enquanto Aécio lidera no Sul e no Sudeste. Ambos empatam no Norte e no Centro-Oeste.
No Nordeste, Dilma tem 67% das intenções de voto, contra 26% de Aécio. No Centro-Oeste e Norte, ambos têm 45%. No Sul, o tucano tem 55% da preferência, contra 33% de Dilma. No Sudeste, Aécio tem 51%, contra 36%.
A pesquisa ouviu 2.000 eleitores em 147 cidades de todo o País durante o fim de semana. O nível de confiança é de 95%, e a pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-01079/2014. Fonte: CartaCapital.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Militância nas ruas pra reeleger Dilma

Militância nas ruas nessa reta final pra reeleger a presidenta Dilma Rousseff, e combater a campanha facista e Rede Globo, revista Veja, Estadão, O Globo, O Estado de Minas, Folha de São Paulo, Época, Istoé e restante da mídia conservadora e golpista. Não podemos cruzar os braços, essas eleições é muito parecida com a de 1989, quando a Elite elegeu Fernando Collor de Mello. É 13, é Dilma, é Brasil, é a esperança vencendo novamente a mentira, o medo, o preconceito, o racismo, etc. Apoio do Blog da Dilma: http://www.blogdadilma.com

Auditor diz que pesquisa Istoé/Sensus foi fraudada

Divulgada com estardalhaço e com ares de que o segundo turno já acabou e dará vitória a Aécio Neves, a pesquisa IstoÉ/Sensus foi considerada uma fraude pelo auditor do Tribunal de Contas do Estado, Eder Carvalho. Segundo ele, a manipulação ocorre quando aumentou o peso ponderado de eleitores da faixa etária de 16/17 anos em quatro vezes além do padrão correto. O Objetivo, claro, é alavancar uma candidatura em detrimento de outra. Saiba mais.
Os números surpreenderam por várias razões. Mas a principal delas é que Dilma aparece com uma projeção de votos inferior ao que recebeu no primeiro turno - o que, por si só, seria um contrassenso.
Leia o texto de Eder Carvalho publicado pelo site Viomundo
por Eder Carvalho, técnico de Auditoria do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco, via e-mail
#PESQUISA FRAUDULENTA SENSUS/ISTOÉ
O Instituto manipulou a tabulação dos eleitores por faixa etária, diferente da utilizada pelo TSE, o que impede a verificação de alguns perfis.
Aumentaram o peso dos eleitores de mais de 16/17 anos em 4 vezes (de 1,15% para 4,8%) e dos eleitores de 18 a 24 anos em 2 p.p.
Faixas em que Marina tinha vantagem e que teoricamente vão mais para Aécio.
Além disso, adotaram uma tabulação do número de eleitores por faixa etária totalmente diferente da que está no TSE, impedindo a conferência nas outras faixas acima de 24 anos.
Esses caras são capazes de tudo!

Tracking indica queda de 8 pontos percentuais de Aécio e Dilma surge com 56%.

Pesquisa interna do PT, que não tem confirmação científica, mas serve para que partidos preparem novas ações na campanha, indicam que o candidato Aécio Neves começa a sofrer os efeitos da megaexposição da mídia. Se na primeira avaliação sua vantagem sobre Dilma estava embutida na margem de erro, no levantamento recente o candidato teria perdido 8% das intenções de voto. Saiba mais.
Aécio galgou votos embalado principalmente pela expressiva vitória sobre Marina Silva no primeiro turno. O crescimento do candidato de acordo com os números indicados pela pesquisa ultrapassou a casa dos 14%. Outro componente a ajudar o candidato foi a exploração pela mídia corporativa do chamado "escândalo da Petrobras": o depoimento que o ex-funcionário Paulo Roberto Costa presta e que foi estrategicamente atravessado para a TV Globo. Há quem considere o último escândalo confuso demais para servir de catapulta para o tucano. Fonte: Conexão jornalismo.

Marina decretou sua morte política ao apoiar Aécio Neves

Laura Capriglione é uma jornalista com muita bagagem e competência. Escrevendo agora no Yahoo, a jornalista analisa hoje a decisão de Marina (link is external)em apoiar Aécio no segundo turno da eleição presidencial. Em seu blog Laura ressalta: "Mas Marina Silva acabou no domingo 12 de outubro, quando virou as costas para sua própria trajetória ao declarar voto no candidato Aécio Neves, o representante de uma política econômica ostensivamente contrária à valorização do salário mínimo e à ampliação das políticas sociais e de inclusão". Um duro golpe em quem acreditava na postura progressista de Marina.
Leia a íntegra:
Acabou Marina Silva (1958-2014). Fundadora da Central Única dos Trabalhadores e organizadora do PT, além de amiga e fraternal companheira do líder seringueiro Chico Mendes, Marina Silva foi durante anos, dentro do campo da esquerda brasileira, a representante de uma utopia que tentou conciliar três vetores quase sempre desalinhados: o desenvolvimento econômico, a inclusão social e o respeito ao meio ambiente e às populações tradicionais.
Sua saída do PT, em 2009, empobreceu o partido e o debate interno sobre qual caminho seguir na busca por um mundo mais justo e solidário.
A figura frágil – sobrevivente da miséria dos migrantes recrutados para trabalhar na extração da borracha; nascida em uma família de onze irmãos (da qual oito se criaram); órfã aos 15 anos; sonhática (conforme a auto-definição); vítima da malária, da intoxicação pelo mercúrio dos garimpos e da leishmaniose (doenças da extrema pobreza) – pereceu no domingo, 12 de outubro, depois de lenta agonia.
Foi nesse dia que ela formalizou seu apoio ao tucano Aécio Neves no segundo turno das eleições presidenciais, contra a candidatura da petista Dilma Rousseff.
Como membro do Partido dos Trabalhadores, onde militou durante 23 anos, Marina ajudou a eleger e a implantar o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, em que exerceu o cargo de ministra do Meio Ambiente durante cinco anos e quatro meses. Foi um período importante, que consolidou as condições para o Ceará, terra dos pais de Marina, crescer mais velozmente do que a média nacional –3,4% ao ano, contra 2,3% da média nacional.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Mire na Dilma

De como a mídia atirou contra a reeleição para favorecer Aécio antes que Marina
por Mauricio Dias - CartaCapital:
O acompanhamento do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (Iesp), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) da cobertura editorial dos três mais influentes jornais brasileiros – O Globo (RJ), O Estado de S. Paulo (SP) e Folha de S.Paulo (SP) – sobre a eleição presidencial de 2014, não deixa dúvidas de que a mídia brasileira fez da presidenta Dilma Rousseff o “alvo” de um bombardeio contrário à reeleição. “Há um pronunciado viés anti-Dilma”, acentua o cientista político João Feres Júnior, do Laboratório de Estudo e Esfera Pública do Iesp.
Identificados como “valências contrárias”, os gráficos expressam textos e manchetes negativas nos três jornais, todos situados na Região Sudeste, onde, até agora e não por acaso, nenhum candidato do PT ganhou eleição para governos locais. A resistência capitaneada pela mídia, substituta de trêfegos adversários nessas ocasiões, é um dos obstáculos. No Rio, entretanto, há um diferencial. A eleição de Leonel Brizola, em 1982. Ele bloqueou a vitória de candidatos conservadores em confronto com o Sistema Globo.
A eleição presidencial de 2014 é a sétima disputa com a presença de um candidato do Partido dos Trabalhadores, sempre sob  bombardeio dos “Barões da Mídia”. É também a primeira sem presença de um candidato paulista. Na última semana que antecedeu o dia 5 de outubro, considerando os três jornais, o ataque da Folha de S.Paulo, anota Feres, torna-se ainda mais vitriólico.
“A Folha dedicou 12 matérias negativas nas capas, quase duas por dia, enquanto Marina recebeu somente uma. A mesma desproporção aguda se nota nos outros jornais.” Ele chega a manifestar uma perplexidade insólita nos meios acadêmicos: “Os três jornais exibem um viés escancarado e agressivo contra a candidatura do PT”. E destaca a “intensidade” com a qual O Globo e O Estado de S. Paulo massacram “a candidata da situação (Dilma) em suas capas”.
O trabalho destaca uma situação curiosa, mostrada nos gráficos, a partir das curvas e quedas dos candidatos. Logo após a indicação de Marina para disputar a Presidência, os negativos de Dilma têm forte queda e os de Marina, forte alta.
“Mas já na semana de 24 a 30 de agosto, Dilma volta a subir, paralelamente a Marina, até ultrapassá-la na primeira semana de setembro, atingindo na segunda semana daquele  mês o recorde da série toda, que é de 24 notícias negativas nas capas dos jornais. Os negativos de Marina continuaram a cair até atingirem a marca de 3 por semana (...) enquanto Dilma flutuava de 18 a 19 negativas”, anota Feres.

Não vote em VICIADO, sua vida pode virá uma DROGA. Esse filme já vimos em 1989. Diga NÃO.

Não vote em VICIADO, sua vida pode virá uma DROGA. Esse filme já vimos em 1989. Diga NÃO.

Não podemos admitir que chamem a gente de corrupto, diz Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que, durante a campanha, os militantes não podem abaixar a cabeça devido a nenhuma denúncia de corrupção, durante a Grande Plenária de Mobilização, realizada na noite de quinta-feira (9), em São Paulo. “Não podemos admitir que um tucano venha chamar a gente de corrupto”, disse Lula.
Lula alertou que, em época de campanha, as insinuações se tornam denúncias, devido aos artifícios da oposição apoiada pela mídia. “Eles começam a levantar, denunciar, e insinuadas ganham destaque na imprensa”.
O ex-presidente lembrou que essa tática dos tucanos se dá porque eles não conseguem vencer com propostas. Lula criticou o jeito tucano de lidar com questões importantes, como educação, economia e emprego, durante plenária realizada em São Paulo. “Essa não é uma campanha entre Dilma e Aécio. É uma campanha entre duas propostas de país, de duas propostas de sociedade para o futuro”, disse . Para ele, o projeto do pessedebista é símbolo de retrocesso, por trazer de volta idéias que não deram certo durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso.
Para ele, a proposta de Aécio coloca em risco o retorno do FMI, ditando a política econômica do país, desemprego para controle de crise financeira e educação apenas para privilegiados. “Nos tempos de FHC, o povo era tratado como estatística, agora é tratado como ser vivo que exige respeito”, disse.
Ele aproveitou a ocasião para rebater as críticas do ex-presidente, de que quem não vota no PT seria menos instruído do que quem vota no PSDB. “Quem vota neles é sabido e quem vota em nós, ignorantes. FHC falou do Nordeste, sobretudo, mas o Nordeste e a periferia não é como na época em que ele foi presidente, pois nós demos àquele povo o direito de andar de cabeça erguida”, criticou.
Estratégia - O presidente nacional do PT, Rui Falcão, disse que a principal estratégia para o próximo turno é fixar nas diferenças programáticas de Dilma Rousseff e o tucano Aécio Neves. Rui disse que a campanha deve tomar mais força na região centro-sul do país, principalmente em São Paulo.
“Vamos ter que fazer um trabalho grande em Minas Gerais, Rio Grande do Sul e em toda a região Centro-Oeste, mas a vitória depende da nossa campanha em São Paulo”, disse o dirigente. Ele reconhece que o partido teve um resultado negativo que precisa ser revertido.
Outra estratégia anunciada por ele é a batalha pelos 20 milhões de votos da candidata Marina Silva e os 2 milhões de votos brancos e nulos. Rui acredita que as abstenções devem reduzir nessa segunda etapa.

Dilma na TV: Fim da fome