quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Cristiana Lôbo, pau mandado do Governo Norte Americano

O povo brasileiro não é bobo e nem marionete da Rede Globo, revista fascista Veja, Estadão, Folha de São Paulo e restante da mídia venal e golpista, que se tornou cabos eleitorais do tucano Aécio Neves durante as eleições de 2014. Essa jornalista Cristiana Lôbo das Organizações Rede Globo - Família Marinho é uma verdadeira pau mandada do Governo Norte Americano, que organizou a derrubada do presidenta Jango, em 1964, e continua sabotando os governos Lula e Dilma. Cristiana Lôbo faz parte de uma grande organização midiática no Brasil em defensa dos norteameticanos. Veja o que ela publicou em seu blog, no G1:
"Um organismo, sediado em Washington, que estuda e monitora a realidade da América Latina, enviou ao Senado brasileiro um documento em que chama a atenção para os próximos movimentos políticos do presidente Lula da Silva, rumo a um 'populismo socialista'.
O estudo adverte que Lula pretende lançar medidas populares de impacto, incentivando o consumo para seus eleitores de baixa renda.
Segundo o dossiê, a intenção de Lula é consolidar seu poder de voto para uma futura reforma política que vai autorizar a reeleição para um mandato de mais seis anos.
O documento assinala que Lula prepara um dos maiores movimentos de reestruturação econômica, voltado para as classes populares, dentro do projeto de longevidade no poder.
Segundo o estudo, os EUA estariam muito preocupados com este tipo de populismo no Brasil, que é um País continental e onde o povo é submisso, sem cultura e informação para avaliar as conseqüências políticas deste movimento rumo ao socialismo.
O plano de Lula é comparado ao do venezuelano Hugo Chávez. Segundo o estudo, conta com o apoio de grandes investidores europeus. O dossiê, vindo dos EUA com a classificação confidencial', foi analisado segunda-feira, com toda cautela, em uma reunião fechada, do colégio de Líderes do Senado. Alguns parlamentares o viram com ceticismo. Outros senadores chamaram a atenção para fatos objetivos já em andamento.
Curiosamente, segundo observou um senador, os norte-americanos anteciparam o parecer de técnicos do Tribunal Superior Eleitoral, que constataram irregularidades insanáveis' na prestação de contas da
campanha à reeleição.

Vídeo: Mensagem de Lula sobre as eleições de 2014


terça-feira, 28 de outubro de 2014

Os Grotões e FHC

Por Antonio Ibiapino - PT/Ceará - comandante13410@gmail.com
O termo grotões quer dizer: região distante, erma, lugar de gente ignorante, lugar onde vive pessoas pobres e incultas etc.
Logo após o primeiro turno das eleições, o ex-presidente do Brasil, senhor Fernando Henrique Cardoso disse que a Dilma ganhou nos grotões, onde existiam pessoas desinformadas, ou seja, ignorantes.
Diante das declarações do ex-presidente, que é também mentor intelectual do Aécio Neves, um dos lideres do PSDB; devemos perguntar: Porque existem os grotões?
De quem é a culpa pela existência dos grotões?
Essa gente que mora nos grotões, e, que é chamada de gente ignorante, na verdade é vítima de uma elite capitalista que se apoderou das terras e das fábricas. Com isso transformou os pobres em escravos sem direito a moradia, a educação, a saúde e nem mesmo ao alimento, que é um direito humano.
Pois bem, um governo honrado e que tenha pelo menos um pouquinho de respeito pela pessoas, tem a obrigação moral de trabalhar para que não existam grotões e sim, alguma igualdade de direitos entre os homens.
Chamar as pessoas de desenformadas é fácil, difícil é lutar para transformar uma realidade de centenas de anos de exploração dos pobres pelas elites.
#Dilma
Blog da Dilma no Facebook: https://www.facebook.com/BlogDilmaRousseff

Sem internet, Aécio teria vencido eleição, diz cientista político

Para Sérgio Amadeu, PSDB adota 'estratégia do cinismo'. Ele considera inaceitável que a bandeira de combate à corrupção seja conduzida por 'forças da corrupção'
Carro-chefe da editora Abril, a revista Veja lançada na última sexta-feira (24) divulgou como matéria de capa uma acusação de que a presidenta reeleita Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ambos do PT, tinham conhecimento de um esquema de corrupção na Petrobras. Sem apresentar qualquer prova, o conteúdo da reportagem era baseado em suposto depoimento do doleiro Alberto Youssef à Polícia Federal, que foi desmentido por seu advogado logo após a publicação.
Considerada a última “bala de prata” da oposição para tentar impedir uma nova vitória petista sobre os tucanos, a reportagem foi contestada duramente pela presidenta durante seu último programa eleitoral na TV na mesma sexta-feira. Ainda naquele dia, a Justiça considerou a publicidade da revista como “propaganda eleitoral” e também concedeu direito de resposta ao PT no site da revista.
Ainda assim, o estrago já estava feito. A campanha e simpatizantes do PSDB distribuíram panfletos com a capa impressa da revista da Abril em várias cidades do Brasil. Já na madrugada de sábado (25) para domingo (26), circulavam boatos de que Alberto Youssef havia sido envenenado, algo que teve de ser desmentido com rapidez pela Polícia Federal.
“Essa operação da Veja mostra que ela não é um órgão de comunicação, o que ela mostrou claramente é que ela é uma sala do comitê político do PSDB no Brasil. A revista operou de maneira a desinformar. Ela desinformou”, disse o sociólogo Sérgio Amadeu, doutor em Ciência Política pela USP. Comparando o caso à ação midiática que ajudou a decidir o pleito presidencial de 1989, com a eleição de Fernando Collor de Mello, Amadeu acredita que o plano da editora Abril só não se concretizou nas urnas pela existência da internet. “Existe hoje a internet, que não tinha naquela época. Então, se não houvesse a internet, certamente o candidato Aécio Neves tinha ganho a eleição.”
Para o cientista político, as redes sociais apontaram um acirramento muito grande e deixaram claro que “a linha política e o conteúdo discursivo das forças comandadas pelo PSDB” é baseada na “estratégia do cinismo”. Amadeu também defendeu uma reforma política para se alcançar uma legislação mais democrática dos meios de comunicação.

Wladimir Pomar: Desatar os nós do desenvolvimento

Por Wladimir Pomar* Página 13:
O discurso que prevaleceu no movimento de adesão de parte considerável da direita da esquerda à candidatura Aécio foi o de que a sociedade civil unificada exigia mudanças que o governo Dilma não contemplava. Nessa sociedade civil eram incluídos não apenas as classes sociais intermediárias, ou o conjunto da pequena-burguesia, mas também os setores ou frações da classe trabalhadora assalariada que teriam ascendido à condição de classe média. Sem esquecer, é lógico, o empresariado. Ficariam de fora apenas os setores “ignorantes” e “desinformados” das classes “baixas”.
Teria se configurado, desse modo, uma frente única social capaz de tirar o Brasil do abismo a que teria sido levado pelas políticas econômicas “desastrosas” do governo Dilma. Sem se aperceber que as propostas tucanas reconduziriam o país à devastação dos anos 1990, a direita da esquerdamergulhou de ponta cabeça naquela ilusão da sociedade civil unificada. Para piorar, também se alimentou acriticamente de uma campanha de calúnias, mentiras e agressões que não se assistia desde 1989. A campanha de Collor contra Lula, naquele ano, foi transformada em coisa de amadores.
Apesar disso, as urnas  de 26/10 enterraram a teoria da sociedade civil unificada. Demonstraram que parte da sociedade civil real, formada pelas diversas classes sociais reais da sociedade brasileira, tendo como maioria a classe dos trabalhadores assalariados, está relativamente vacinada contra as mentiras forjadas pelo partido da mídia e os chiliques do sistema financeiro nas bolsas de valores. E, também, contra as decisões do Mercado, esse ente mitológico que pretende governar a ação de todos os governantes, e que realizou uma ação unificada, incisiva e aberta contra Dilma, como há muito não se via nas campanhas eleitorais.

A vitória de Dilma e o futuro da política externa

A frustração da direita nacional e do mercado internacional traz perspectivas positivas para a América do Sul. Por Kjeld Jakobsen, do GR-RI
por Grupo de Reflexão sobre Relações Internacionais - CartaCapital:
Por Kjeld Jakobsen
A reeleição de Dilma Rousseff como presidente do Brasil no dia 26 de outubro não significou apenas a derrota dos "rentistas", da mídia e dos conservadores nacionais em geral que disseminaram uma sórdida campanha de ódio contra o PT e o governo, como foi também a derrota daqueles que no exterior apostavam no retorno das políticas de "Estado Mínimo", privatizações e flexibilização dos direitos trabalhistas. O "mercado internacional" torcia pela vitória dos que defendiam na campanha a inserção brasileira nas cadeias produtivas internacionais, isto é, a subordinação da nossa economia aos interesses das empresas multinacionais cuja maioria tem sede nos EUA, União Europeia e Japão, implicando no plano imediato em mais abertura comercial, políticas de austeridade, proteção aos investidores, entre outras mazelas neoliberais.
No entanto, a frustração da direita, tanto nacional quanto internacional diante do resultado eleitoral, traça perspectivas positivas para o Brasil e para a política externa (PEB) do novo governo, além de contribuir para a continuidade das políticas alternativas ao neoliberalismo na América Latina. Ao longo do primeiro mandato da presidenta Dilma houve quem criticasse sua política externa em comparação com a PEB desenvolvida durante os dois mandatos do presidente Lula. Não é uma crítica justa, pois Lula ao resgatar o melhor da tradição da PEB, que é sua independência e autonomia, e adotar uma série de iniciativas no campo das relações internacionais, proporcionou a Dilma uma herança bendita, sem que ela precisasse repetir o mesmo pioneirismo e desempenho.
Ela, por sua vez, manteve esta tradição e deu continuidade às políticas anteriores, particularmente as relações Sul - Sul, a integração continental e a demanda por reformas no sistema internacional, além de ter fortalecido algumas coalizões internacionais das quais o Brasil participa, como a Unasul, Celac e os BRICS. Particularmente, a Sexta Cúpula deste último, realizada no mês de julho em Fortaleza, foi marcante por ter aprovado a criação de um Banco de Desenvolvimento e o Arranjo de Reservas de Contingência.

Jornal Nacional entrevista a presidente reeleita Dilma Rousseff

Às 20h46 desta segunda-feira (27), a presidente Dilma Rousseff nos acompanha ao vivo em Brasília e nos concede uma entrevista agora.
William Bonner: Presidente, parabéns, boa noite. Muito obrigado pela sua presença.
Patrícia Poeta: Boa noite, presidente. Parabéns.
Dilma Rousseff: Boa noite, William. Boa noite, Patrícia. Boa noite, vocês que nos acompanham aqui essa hora.
William Bonner: O Brasil viveu, ontem, o momento mais importante de qualquer democracia, que é a vitória de um candidato pela maioria absoluta dos votos, numa eleição livre. Foi uma campanha agressiva de ambas as partes e com o resultado mais apertado da história da nossa República. E no seu discurso de ontem, a senhora disse que é preciso reconciliar a nação. Que passos a senhora vai dar nesse sentido, presidente?
Dilma Rousseff: Olha, William, eu queria te dizer que eu acredito que a democracia, ela é um dos mais importantes fatores para que um país não só possa mudar, mas o faça de forma pacífica e ordeira. Nesta eleição, mesmo com visões contraditórias e posições contraditórias, havia algo em comum no conjunto das pessoas e dos sentimentos que elas tinham: a busca por um futuro melhor para o Brasil. E eu acho que essa busca é a grande base para que nós tenhamos uma união. Numa democracia madura, união não significa unidade de ideias, ou uma ação monolítica conjunta. Significa muito mais a abertura, a disposição para dialogar, a disposição para construir pontes, a disposição para que nós possamos garantir de fato o que uma eleição sempre exige na democracia: mudança. Nós temos de ser capazes de garantirmos as mudanças que o país precisa e exige. Juntamente com as reformas que o país precisa e exige. E isso fica muito claro nessas eleições. Eu acho que é essa a base comum entre nós. E aí, a grande palavra nesse momento é diálogo. É dialogar com todas as forças. As forças sociais, as forças produtivas, de todos os segmentos. Do segmento industrial, da agricultura, de serviços, do setor financeiro. E também com todos os clamores da população. A população quer continuar melhorando de vida. E aí, nós temos um compromisso, William, que é assegurar que nós tenhamos um país mais moderno, mais inclusivo, mais produtivo. E que tenha como base valores fundamentais. Por exemplo, oportunidade para todos. Esse é um valor moral e ético. O outro valor moral e ético é o combate sem tréguas à corrupção. Não é possível que o nosso país seja um país que mantenha a impunidade daqueles que cometem atos de corrupção.

Argentina: Triunfo de Dilma

Jornalista Darío Gomel - Buenos Aires- Argentina - @dariogomel
Mídia liberal Argentina: Dias tristes para eles
Os principais jornais da Argentina lamentaram o triunfo da Dilma. De fato celebram com grandes títulos a caída do Bovespa. E também das ações de Petrobras. Justificam isto pela derrota do Aécio, o candidato dos mercados
Além, o jornal La Nación  fez uma pesquisa aonde pergunta: “Que sentimentos gera em você o trunfo da Dilma?”. E os comentários dos leitores são “Ganharam os vagabundos!”
Há também outro artigo que fala de Marco Antonio Vila, sob o suposto autoritarismo do PT.
Em poucas palavras, estão perto de pedir o voto qualificado. O sonho da CNN e da oligarquia da terra.
Argentina deve celebrar o triunfo do PT, porque é o melhor sócio possível para o crescimento do país e da região.  Brasil é um bom líder para o continente. Um líder que compreende suas capacidades e seus defeitos.
Por que estão tão tristes? Porque perdeu a difamação, a mentira, o machismo, Perdeu porque o brasileiro não é estúpido como dizem os jornalistas do establishment Argentino.  Os mesmos que insultaram à Dilma
A mídia não terá uma Sul América “normal”. Sem brigas e de discurso único. De costas ao povo e caminhando com as empresas.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Jean Wyllys: Bateu o desespero nos fundamentalistas

Por Jean Wyllys - Facebook:
Bateu o desespero nos fundamentalistas! Depois de terem apostado todas as suas fichas na campanha do Aécio (inclusive alguns que, na eleição anterior, apoiaram a Dilma), as pesquisas estão frustrando suas esperanças de eleger o governo dos seus sonhos, mistura de neoliberalismo radical, conservadorismo extremo e macartismo vintage. E, desesperados, querem um culpado...
Numa última tentativa de difamar a Dilma entre os eleitores cristãos, os fundamentalistas tentam desconstruir todos os projetos e pautas voltadas para a garantia de direitos das minorias e grupos sociais difamados (negros, mulheres, moradores de periferia, LGBTs, adeptos de religiões de matriz africana, pessoas com deficiências ou com doenças raras, etc.), distorcendo o conteúdo de propostas legislativas apresentadas por mim e que formam parte dos compromissos programáticos que a presidenta Dilma concordou comigo em assumir.
Porque, diferentemente do Aécio, que quer e aceita o apoio deles, mas tem vergonha de tirar foto (como admitiu numa entrevista, frustrado, o deputado fascista viúva da ditadura), a presidenta recebeu meu apoio com orgulho e me convidou a participar da sua campanha -- e bombou!
Numa matéria tosca que está sendo compartilhada pelos caluniadores de sempre, apresentam esses projetos como se fossem prejudiciais ou contrários aos cristãos, falando do meu apoio à Dilma como uma espécie de ameaça contra eles.
Ao mesmo tempo, o pastor MAL-afaia adverte aos evangélicos, através do Twitter, que num dos últimos comícios da presidenta estávamos presentes "o deputado Gay" (com maiúscula) Jean Wyllys "e uma mãe de santo". Homofobia, racismo e preconceito religioso, tudo junto!
Desculpa aí, MAL! Eu estou apoiando a campanha da Dilma e ela assumiu compromissos programáticos, sim! Não para mim, mas para o bem do povo. E tem mais: ela vai vencer!
Aceite que doi menos...
Página: https://www.facebook.com/jean.wyllys
#ComunicadorescomDilma #PeriferiacomDilma #Dilma13

Vídeo: Pablo Capilé - Fora do Eixo vota #Dilma13 #PeriferiaComDilma

O fracasso do terrorismo econômico da mídia

A maioria pensa diferentemente da grande mídia, tanto em relação à situação econômica em geral, quanto à inflação e ao nível de emprego.
por Emir Sader - Carta Maior:
O cerco da mídia ao governo tem dois pilares: as denuncias de corrupção (que na campanha teve a Petrobras como mote central) e o terrorismo econômico. O primeiro, pela reiteração e a falta de provas, se esgotou.
A última pesquisa do DataFolha revela como o terrorismo econômico da mídia se esgotou. Não apenas as opiniões da grande maioria pessoas estão na contramão do que a mídia pregou, como além disso o otimismo econômico é considerado como um dos fatores que alavancam a candidatura da Dilma na fase final da campanha.
A expectativa de que a inflação aumentaria despencou de 59% em fevereiro para 31% agora. A de que vai ficar como está subiu de 25% para 35%, enquanto a de que vai diminuir aumentou de 9% para 21%. Portanto 52% nao consideram que a inflação deve aumentar, contra 31% que acham que ela deve subir. Somente 35% dos eleitores do Aécio acham que a inflação vai aumentar. O terrorismo inflacionário foi derrotado.
 A expectativa de que o desemprego deve aumentar baixou de 39% para 36%, enquanto os que consideram que vai diminuir subiu de 25% para 31%, e os que consideram que ela vai ficar igual aumentaram de 31% para 33%.
Quanto à situação econômica do país, o que consideram que ela vai piorar baixaram de 27% para 15%, os que acham que ela vai melhorar vão de 34% para 44%, e os que acham que ela ficar como está vão de 35 para 33%.
Entre os próprios eleitores do Aecio 43% acham que a situação do país vai melhores e apenas 20% de que ela vai piorar. 31% desses eleitores consideram que o desemprego continuará como está e 30% acham que ela vai cair.
Foi por água abaixo assim o clima de pessimismo econômico que a mídia insuflou há vários anos. A maioria pensa diferentemente dela, tanto em relação à situação econômica em geral, quanto à inflação e o nível de emprego.
#ComunicadorescomDilma #PeriferiacomDilma #Dilma13