Em discurso nesta quarta-feira (22), o senador Pedro Simon (PMDB-RS) voltou a sugerir à presidente Dilma Rousseff a adoção, no Executivo, de critérios similares aos que a Lei da Ficha Limpa criou para o Poder Legislativo. Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a constitucionalidade da Lei Complementar 135/2010, fazendo com que a norma tenha validade a partir das eleições municipais deste ano. Simon elogiou a decisão do Supremo e disse que a adoção dos mesmos critérios dessa lei para o preenchimento de cargos no Poder Executivo seria um avanço histórico para o Brasil. Os ministros e servidores da Controladoria Geral da União (CGU), da Casa Civil da Presidência da República, doMinistério da Justiça, da Advocacia Geral da União (AGU) e da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), assinalou Simon, vêm debatendo a possível edição de um decreto presidencial que estabeleceria a "ficha limpa" também no Poder Executivo. Para Simon, a presidente Dilma Rousseff fará história se adotar a "ficha limpa" no Executivo, pois o critério da reputação ilibada estaria valendo para os três Poderes, proporcionando governabilidade para a presidente e seus sucessores e mais seriedade para o governo federal. "A bola está na mão da presidenta. Presidenta Dilma, esse é o momento, talvez o momento mais importante na orientação da diretriz do governo de vossa excelência. Nessa quarta-feira de cinzas, com muita humildade eu me dirijo a vossa excelência. Faça isso, atenda ao apelo do ministro Jorge Hage e assine o decreto", disse Simon, referindo-se ao ministro da CGU, que vem defendendo a ideia de o Executivo adotar regras similares às previstas na Lei da Ficha Limpa. Da Agência Senado.
6 comentários:
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Brasil vai crescer menos, porém inflação ficará na meta, diz BC
A previsão foi colocada no relatório Focus, do Bacen
14-11-2011 09:31
Os economistas do mercado financeiro baixaram, na semana passada, sua estimativa para o crescimento da economia brasileira neste ano pela sexta semana consecutiva, assim como também reduziram a sua previsão para a inflação deste ano e de 2012, informou nesta segunda-feira (14) o Banco Central, por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. O documento é fruto de pesquisa da autoridade monetária com os economistas dos bancos.
A estimativa dos economistas dos bancos para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 caiu de 3,20% para 3,16%. Para 2012, a previsão do mercado de crescimento da economia brasileira permaneceu estável em 3,50%. Os ajustes para baixo na previsão do PIB começaram a acontecer após a piora da crise financeira internacional, com a revisão para baixo da nota dos Estados Unidos pela Standard & Poors.
Recentemente, o BC informou, por meio do relatório de inflação do terceiro trimestre deste ano, que prevê um IPCA de 6,4% para este ano, com 45% de chance de "estourar" o teto de 6,50% do sistema de metas, e uma inflação de cerca de 5% para o próximo ano.
Pelo sistema de metas de inflação, que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas. Neste momento, a autoridade monetária já está nivelando a taxa de juros para atingir a meta do próximo ano.
Para 2011 e 2012, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. O BC busca trazer a inflação para o centro da meta de 4,5% em 2012.
Taxa de juros e câmbio
Os economistas dos bancos mantiveram, na última semana, a previsão de que a taxa básica de juros da economia brasileira, atualmente em 11,50% ao ano, voltará a recuar no fim de novembro, desta vez para 11% ao ano - patamar no qual fechará 2011. Para o fim de 2012, a previsão do mercado permaneceu recuou de 10,50% para 10% ao ano - o que pressupõe novos cortes no decorrer do próximo ano.
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2011 permaneceu estável em R$ 1,75 por dólar. Para o fechamento de 2012, a previsão do mercado financeiro para a taxa de câmbio ficou inalterada em R$ 1,75 por dólar.
http://www.meionorte.com/noticias/economia/brasil-vai-crescer-menos-porem-inflacao-ficara-na-meta-diz-bc-149629.html
Economia » Notícias
'Economist': inflação do Brasil é como ''alcoólatra em recuperação''
28 de outubro de 2011 • 08h18 • atualizado 08h37
Os recentes e seguidos cortes na taxa de juros no Brasil podem estar sinalizando uma mudança nas prioridades do governo e a perda de independência do Banco Central, segundo a revista britânica The Economist. Na edição que chegou às bancas nesta sexta-feira, a revista ressalta o papel que o Banco Central vinha tendo no combate à inflação no País, que "em boa parte do século passado era tão importante na vida dos brasileiros como o futebol".
A revista conta que o país conseguiu controlar a inflação a partir do Plano Real em 1994 e quando, em 1999, o Banco Central "ganhou independência operacional para fixar taxas de juros de acordo com a meta da inflação". Mas os recentes cortes na taxa Selic (agora em 12%), que contrariam o curso normalmente adotado pelo banco, de manter as taxas altas para conter a inflação, causaram surpresa e lavaram a revista a questionar se o banco teria perdido sua independência e mudado de meta, trocando o combate à inflação pelo estímulo ao crescimento.
"Estaria o governo da presidente Dilma Rousseff, no poder desde janeiro, dando prioridade a outras metas, como sustentar o crescimento e prevenir a sobrevalorização da moeda, em vez de manter a inflação baixa?", diz a revista. A Economist cita os argumentos do banco justificando o último corte nos juros, de que o salto da inflação é resultado do crescimento acelerado do último ano e da alta das tarifas de ônibus e do etanol.
Menciona também a versão do governo de que a desaceleração da economia mundial e a provável queda no preço das commodities deverá puxar a inflação para baixo, abrindo espaço para a queda nos juros. "Os críticos do governo, porém, argumentam que ao começar a cortar (os juros) tão cedo e de forma tão agressiva, enquanto a inflação ainda está três pontos acima da meta, o banco mina sua credibilidade duramente conquistada. Como resultado, as expectativas de inflação para os anos seguintes têm aumentado".
A revista lembra que outros bancos centrais, como o Fed americano, têm mandato com o objetivo duplo de combater a inflação e também promover o crescimento. "Mas quando o assunto é inflação, o Brasil ainda é como um ''alcoólatra em recuperação'', que depende da ajuda do Banco Central para se manter na linha".
BBC Brasil
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http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201110281018_BBB_80406106
Corte de gastos é eficaz contra inflação, constata BC
Simulações feitas com modelo matemático indicam que reduzir despesas é mais eficiente para conter a alta dos preços do que aumentar a carga tributária
10 de janeiro de 2012 | 3h 05
ADRIANA FERNANDES / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo
O Banco Central constatou que uma política fiscal apertada tem impacto significativo para a queda da inflação e o seu efeito pode ser bem mais forte se a receita adotada pelo governo for a de corte de gastos.
Simulações feitas com base no "Samba", o novo modelo matemático usado pelo Banco Central para prever o comportamento da inflação, mostraram que a redução de gastos públicos é uma política mais eficiente no combate à alta dos preços do que medidas fiscais de aumento da carga tributária.
A inflação acumulada em 12 meses cai de forma mais pronunciada depois de quatro trimestres consecutivos se o desenho de política fiscal for feito, de fato, com um corte nas despesas e não por via de elevação da arrecadação.
A redução de gastos é interpretada pelo "Samba", no exercício feito pelo Banco Central, como um aumento temporário da meta de superávit primário, com reversão gradual. Uma diminuição de gastos de 1% do Produto Interno Bruto (PIB), no período de quatro trimestres consecutivos, é equivalente a um choque negativo de 5% no consumo governamental (que corresponde a 20% da demanda agregada).
O que o Banco Central verificou foi uma reação inicial e consistente de queda da inflação, que se amplia ao longo dos trimestres. O efeito máximo é atingido em torno de um ano após o início do esforço fiscal.
A inflação cai porque a restrição fiscal provoca uma retração imediata na demanda de bens consumidos pelo governo, com impacto também no mercado de trabalho e na massa salarial.
Com isso, o consumo das famílias também diminui, provocando a queda do PIB. A redução da demanda diminui o custo marginal da produção de bens de consumo e leva a uma inflação menor.
O corte de despesas de 1% reduz o PIB em 0,98%, no acumulado de quatro trimestres, no caso de uma política monetária em que o Banco Central está promovendo mudanças na taxa básica de juros e reagindo ao choque fiscal, como ocorre agora no Brasil.
Se os juros não forem alterados durante o período do choque fiscal, o impacto é maior: 1,19%. O Banco Central não divulgou o tamanho do impacto do corte de gastos na inflação. Mas informou que os resultados são muito parecidos com os obtidos em simulações semelhantes feitas em outros países.
Novo mix. Divulgadas sem alarde num box incluído no último relatório de inflação, as simulações de política fiscal feitas pelos técnicos do BC ganham importância neste momento em que a equipe econômica do governo Dilma Rousseff resolveu dar mais ênfase à política fiscal para abrir caminho para a queda da taxa de juros ao nível de um dígito, o que foi chamado pelo governo de novo "mix" de política econômica.
As simulações quantificam o impacto da política fiscal e trazem mais argumentos contra os que defendem no governo a visão de que o cumprimento da chamada meta cheia de superávit primário das contas públicas não tem tanto peso no controle da inflação no Brasil.
Essa é a primeira vez que o Banco Central faz simulações do impacto fiscal segregando os efeitos de corte de despesas e aumento da tributação.
Segundo o Estado apurou, o Banco Central está construindo dentro do modelo "Samba" um bloco específico para a política fiscal que vai aprimorar os instrumentos de análise das projeções.
"Com corte de gastos, o freio é imediato. O aumento de carga tributária demora até se transformar em redução de gastos no setor privado", disse o professor José Ricardo da Costa e Silva, do Ibmec-DF. "É como a diferença entre uma injeção na veia e uma medicação oral." / COLABOROU LU AIKO OTTA
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,corte-de-gastos-e-eficaz-contra-inflacao-constata-bc-,820809,0.htm
Economia » Notícias
Mantega confirma corte de gastos por superávit primário em 2012
23 de janeiro de 2012 • 21h23 • atualizado 21h44
O ministro garantiu que não haverá cortes de verbas de investimento
Diogo Alcântara
Direto de Brasília
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou nesta segunda-feira e expectativa de corte no Orçamento Geral da União de 2012. O ministro, no entanto, não quis fazer projeção de corte e disse que os rumores de R$ 70 bilhões de contingenciamento devem ser desconsiderados. Mantega disse que a conta deve fechar no fim do ano e o governo vai buscar o superávit primário de R$ 140 bilhões no ano. O ministro garantiu que não haverá cortes de verbas de investimento.
"O contingenciamento vai ser suficiente para cumprir meta fiscal. Os valores não estão definidos, porque orçamento está entrando no sistema agora", disse o ministro que completou que "tudo isso vai ser mantido com política fiscal sólida e responsável".
Para manter os investimentos em dia, o governo terá de cortar mais gastos. "Os ministérios vão ter de continuar na disciplina de controlar gastos de custeio", disse.
Num cenário com previsão de crescimento mundial de 3%, o ministro da Fazenda estima que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2012 seja de 4,5%. As forças propulsoras para o bom desempenho seria a maior distribuição de renda, aumento do poder de compra dos brasileiros que têm ascendido socialmente. "A classe E está em extinção", comemorou o ministro.
Apesar do otimismo, Mantega diz ter consciência de que um baixo crescimento mundial, aumentará a oferta de manufaturados no comércio exterior. "A economia mundial talvez encolha ou cresça menos e os mercados serão mais disputados. Nossa manufatura tem perdido terreno principalmente para a asiática", ponderou o ministro.
O objetivo do governo é que os investimentos respondam por até 24% dos PIB em 2014.
http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201201232323_TRR_80760421
13/01/2012 às 00h00
De olho no BC, governo avalia corte de gastos
Por Claudia Safatle | De Brasília
Março, na visão do Palácio do Planalto, será um mês decisivo para a estratégia de redução da taxa básica de juros (Selic). A primeira reunião do ano do Comitê de Política Monetária (Copom), na semana que vem, deve trazer mais um corte de 0,5 ponto percentual nos juros, que cairiam para 10,5% ao ano. Isso, no entendimento de assessores da presidente Dilma Rousseff, "está dado". O próximo encontro do comitê será nos dias 6 e 7 de março e nessa ocasião, avaliam essas fontes, o Banco Central deverá indicar se os juros em 2012 poderão cair mais, para o patamar de um dígito, ou não.
http://www.valor.com.br/brasil/1192532/de-olho-no-bc-governo-avalia-corte-de-gastos
HOJE EU SONHEI COM AS ATRIZES "FERNANDA PAES LEME" E DÉBORA SECCO" JUNTAS COMIGO AO MESMO TEMPO NO MESMO SONHO !!!!!!!!!!!!!!!
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E PORQUE EU NÃO ASSISTO NOVELAS, NÃO VEJO O DIA-DIA DOS ARTISTAS !!!!!!!!!!!!!!!!!
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