quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Trombadinha da Veja é absolvido por incompetência criminal

Delinqüente incompetente
Por Alexandre Magno, Blog do Nassif
Crime Impossível - Processo
A Justiça resolveu não condenar o réu, jornalista da "Veja", GUSTAVO NOGUEIRA RIBEIRO, que tentou invadir o apartamento de JOSÉ DIRCEU, visto considerar "crime impossível", por "absoluta ineficácia do meio empregado", diante da "atuação diligente da funcionária do hotel". Resumindo: o réu é inocente, pois, em virtude da atuação (competente) da camareira, ele não teria como cometer o crime que tentou cometer. É isso, ou eu é que não entendi direito?

14 comentários:

Eduardo Campos disse...

08/02/2012 14:09


Traição do PT na PEC 300 alastrou movimento de greves de policiais

Reprodução da capa da Folha de S.Paulo



É preciso falar sem meias-palavras. A presidente Dilma está preocupada com a possibilidade das greves de policiais se alastrarem por todo o país. Além do Rio de Janeiro que pode ter greve de policiais civis, militares e bombeiros, mais 5 estados podem enfrentar paralisações de policiais: Alagoas, Pará, Espírito Santo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Não custa lembrar que na sua campanha presidencial, Dilma e o PT se comprometeram a aprovar a PEC 300. Garantiram que defenderiam os policiais, mas depois da posse tudo mudou. Dilma não quer nem ouvir falar da PEC 300, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT – RS) disse à imprensa que não vai colocar em votação a proposta, porque isso não é um problema federal, e sim dos estados, no que comete um grande equívoco.

No final do ano passado, conforme reproduzo abaixo, como foi revelado pela coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a presidente Dilma chamou seu vice Michel Temer para lhe pedir que o PMDB sepultasse a PEC 300. Temer na ocasião disse que só aceitava se o PT compartilhasse a responsabilidade e dividisse o ônus.

A verdade é que não adianta agora se falar em jogo político porque não é nada disso. Um sujeito chega à sua casa e te convence a ajudá-lo, garantindo que em troca vai te dar isso ou aquilo. Você acredita e o ajuda. Depois ele não cumpre a sua parte, foge de você, não quer nem mais tocar no assunto, e para completar ainda envia ameaças de que você pode se dar mal. Esse é o resumo do que está acontecendo com a PEC 300. Não existe nenhum jogo político, o que há são policiais que ganham salários indignos, em alguns casos como no Rio de Janeiro, miseráveis, que simplesmente estão correndo atrás do prejuízo e lutando pelo seu direito.



Reprodução da Folha de S. Paulo


http://www.blogdogarotinho.com.br/Default.aspx

Eduardo Campos disse...

08/02/2012 14:09


Traição do PT na PEC 300 alastrou movimento de greves de policiais

Reprodução da capa da Folha de S.Paulo



É preciso falar sem meias-palavras. A presidente Dilma está preocupada com a possibilidade das greves de policiais se alastrarem por todo o país. Além do Rio de Janeiro que pode ter greve de policiais civis, militares e bombeiros, mais 5 estados podem enfrentar paralisações de policiais: Alagoas, Pará, Espírito Santo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Não custa lembrar que na sua campanha presidencial, Dilma e o PT se comprometeram a aprovar a PEC 300. Garantiram que defenderiam os policiais, mas depois da posse tudo mudou. Dilma não quer nem ouvir falar da PEC 300, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT – RS) disse à imprensa que não vai colocar em votação a proposta, porque isso não é um problema federal, e sim dos estados, no que comete um grande equívoco.

No final do ano passado, conforme reproduzo abaixo, como foi revelado pela coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a presidente Dilma chamou seu vice Michel Temer para lhe pedir que o PMDB sepultasse a PEC 300. Temer na ocasião disse que só aceitava se o PT compartilhasse a responsabilidade e dividisse o ônus.

A verdade é que não adianta agora se falar em jogo político porque não é nada disso. Um sujeito chega à sua casa e te convence a ajudá-lo, garantindo que em troca vai te dar isso ou aquilo. Você acredita e o ajuda. Depois ele não cumpre a sua parte, foge de você, não quer nem mais tocar no assunto, e para completar ainda envia ameaças de que você pode se dar mal. Esse é o resumo do que está acontecendo com a PEC 300. Não existe nenhum jogo político, o que há são policiais que ganham salários indignos, em alguns casos como no Rio de Janeiro, miseráveis, que simplesmente estão correndo atrás do prejuízo e lutando pelo seu direito.



Reprodução da Folha de S. Paulo


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Eduardo Campos disse...

08/02/2012 14:09


Traição do PT na PEC 300 alastrou movimento de greves de policiais

Reprodução da capa da Folha de S.Paulo



É preciso falar sem meias-palavras. A presidente Dilma está preocupada com a possibilidade das greves de policiais se alastrarem por todo o país. Além do Rio de Janeiro que pode ter greve de policiais civis, militares e bombeiros, mais 5 estados podem enfrentar paralisações de policiais: Alagoas, Pará, Espírito Santo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Não custa lembrar que na sua campanha presidencial, Dilma e o PT se comprometeram a aprovar a PEC 300. Garantiram que defenderiam os policiais, mas depois da posse tudo mudou. Dilma não quer nem ouvir falar da PEC 300, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT – RS) disse à imprensa que não vai colocar em votação a proposta, porque isso não é um problema federal, e sim dos estados, no que comete um grande equívoco.

No final do ano passado, conforme reproduzo abaixo, como foi revelado pela coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a presidente Dilma chamou seu vice Michel Temer para lhe pedir que o PMDB sepultasse a PEC 300. Temer na ocasião disse que só aceitava se o PT compartilhasse a responsabilidade e dividisse o ônus.

A verdade é que não adianta agora se falar em jogo político porque não é nada disso. Um sujeito chega à sua casa e te convence a ajudá-lo, garantindo que em troca vai te dar isso ou aquilo. Você acredita e o ajuda. Depois ele não cumpre a sua parte, foge de você, não quer nem mais tocar no assunto, e para completar ainda envia ameaças de que você pode se dar mal. Esse é o resumo do que está acontecendo com a PEC 300. Não existe nenhum jogo político, o que há são policiais que ganham salários indignos, em alguns casos como no Rio de Janeiro, miseráveis, que simplesmente estão correndo atrás do prejuízo e lutando pelo seu direito.



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Eduardo Campos disse...

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Traição do PT na PEC 300 alastrou movimento de greves de policiais

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É preciso falar sem meias-palavras. A presidente Dilma está preocupada com a possibilidade das greves de policiais se alastrarem por todo o país. Além do Rio de Janeiro que pode ter greve de policiais civis, militares e bombeiros, mais 5 estados podem enfrentar paralisações de policiais: Alagoas, Pará, Espírito Santo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Não custa lembrar que na sua campanha presidencial, Dilma e o PT se comprometeram a aprovar a PEC 300. Garantiram que defenderiam os policiais, mas depois da posse tudo mudou. Dilma não quer nem ouvir falar da PEC 300, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT – RS) disse à imprensa que não vai colocar em votação a proposta, porque isso não é um problema federal, e sim dos estados, no que comete um grande equívoco.

No final do ano passado, conforme reproduzo abaixo, como foi revelado pela coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a presidente Dilma chamou seu vice Michel Temer para lhe pedir que o PMDB sepultasse a PEC 300. Temer na ocasião disse que só aceitava se o PT compartilhasse a responsabilidade e dividisse o ônus.

A verdade é que não adianta agora se falar em jogo político porque não é nada disso. Um sujeito chega à sua casa e te convence a ajudá-lo, garantindo que em troca vai te dar isso ou aquilo. Você acredita e o ajuda. Depois ele não cumpre a sua parte, foge de você, não quer nem mais tocar no assunto, e para completar ainda envia ameaças de que você pode se dar mal. Esse é o resumo do que está acontecendo com a PEC 300. Não existe nenhum jogo político, o que há são policiais que ganham salários indignos, em alguns casos como no Rio de Janeiro, miseráveis, que simplesmente estão correndo atrás do prejuízo e lutando pelo seu direito.



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Traição do PT na PEC 300 alastrou movimento de greves de policiais

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É preciso falar sem meias-palavras. A presidente Dilma está preocupada com a possibilidade das greves de policiais se alastrarem por todo o país. Além do Rio de Janeiro que pode ter greve de policiais civis, militares e bombeiros, mais 5 estados podem enfrentar paralisações de policiais: Alagoas, Pará, Espírito Santo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Não custa lembrar que na sua campanha presidencial, Dilma e o PT se comprometeram a aprovar a PEC 300. Garantiram que defenderiam os policiais, mas depois da posse tudo mudou. Dilma não quer nem ouvir falar da PEC 300, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT – RS) disse à imprensa que não vai colocar em votação a proposta, porque isso não é um problema federal, e sim dos estados, no que comete um grande equívoco.

No final do ano passado, conforme reproduzo abaixo, como foi revelado pela coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a presidente Dilma chamou seu vice Michel Temer para lhe pedir que o PMDB sepultasse a PEC 300. Temer na ocasião disse que só aceitava se o PT compartilhasse a responsabilidade e dividisse o ônus.

A verdade é que não adianta agora se falar em jogo político porque não é nada disso. Um sujeito chega à sua casa e te convence a ajudá-lo, garantindo que em troca vai te dar isso ou aquilo. Você acredita e o ajuda. Depois ele não cumpre a sua parte, foge de você, não quer nem mais tocar no assunto, e para completar ainda envia ameaças de que você pode se dar mal. Esse é o resumo do que está acontecendo com a PEC 300. Não existe nenhum jogo político, o que há são policiais que ganham salários indignos, em alguns casos como no Rio de Janeiro, miseráveis, que simplesmente estão correndo atrás do prejuízo e lutando pelo seu direito.



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Traição do PT na PEC 300 alastrou movimento de greves de policiais

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É preciso falar sem meias-palavras. A presidente Dilma está preocupada com a possibilidade das greves de policiais se alastrarem por todo o país. Além do Rio de Janeiro que pode ter greve de policiais civis, militares e bombeiros, mais 5 estados podem enfrentar paralisações de policiais: Alagoas, Pará, Espírito Santo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Não custa lembrar que na sua campanha presidencial, Dilma e o PT se comprometeram a aprovar a PEC 300. Garantiram que defenderiam os policiais, mas depois da posse tudo mudou. Dilma não quer nem ouvir falar da PEC 300, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT – RS) disse à imprensa que não vai colocar em votação a proposta, porque isso não é um problema federal, e sim dos estados, no que comete um grande equívoco.

No final do ano passado, conforme reproduzo abaixo, como foi revelado pela coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a presidente Dilma chamou seu vice Michel Temer para lhe pedir que o PMDB sepultasse a PEC 300. Temer na ocasião disse que só aceitava se o PT compartilhasse a responsabilidade e dividisse o ônus.

A verdade é que não adianta agora se falar em jogo político porque não é nada disso. Um sujeito chega à sua casa e te convence a ajudá-lo, garantindo que em troca vai te dar isso ou aquilo. Você acredita e o ajuda. Depois ele não cumpre a sua parte, foge de você, não quer nem mais tocar no assunto, e para completar ainda envia ameaças de que você pode se dar mal. Esse é o resumo do que está acontecendo com a PEC 300. Não existe nenhum jogo político, o que há são policiais que ganham salários indignos, em alguns casos como no Rio de Janeiro, miseráveis, que simplesmente estão correndo atrás do prejuízo e lutando pelo seu direito.



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Traição do PT na PEC 300 alastrou movimento de greves de policiais

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É preciso falar sem meias-palavras. A presidente Dilma está preocupada com a possibilidade das greves de policiais se alastrarem por todo o país. Além do Rio de Janeiro que pode ter greve de policiais civis, militares e bombeiros, mais 5 estados podem enfrentar paralisações de policiais: Alagoas, Pará, Espírito Santo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Não custa lembrar que na sua campanha presidencial, Dilma e o PT se comprometeram a aprovar a PEC 300. Garantiram que defenderiam os policiais, mas depois da posse tudo mudou. Dilma não quer nem ouvir falar da PEC 300, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT – RS) disse à imprensa que não vai colocar em votação a proposta, porque isso não é um problema federal, e sim dos estados, no que comete um grande equívoco.

No final do ano passado, conforme reproduzo abaixo, como foi revelado pela coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a presidente Dilma chamou seu vice Michel Temer para lhe pedir que o PMDB sepultasse a PEC 300. Temer na ocasião disse que só aceitava se o PT compartilhasse a responsabilidade e dividisse o ônus.

A verdade é que não adianta agora se falar em jogo político porque não é nada disso. Um sujeito chega à sua casa e te convence a ajudá-lo, garantindo que em troca vai te dar isso ou aquilo. Você acredita e o ajuda. Depois ele não cumpre a sua parte, foge de você, não quer nem mais tocar no assunto, e para completar ainda envia ameaças de que você pode se dar mal. Esse é o resumo do que está acontecendo com a PEC 300. Não existe nenhum jogo político, o que há são policiais que ganham salários indignos, em alguns casos como no Rio de Janeiro, miseráveis, que simplesmente estão correndo atrás do prejuízo e lutando pelo seu direito.



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Traição do PT na PEC 300 alastrou movimento de greves de policiais

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Não custa lembrar que na sua campanha presidencial, Dilma e o PT se comprometeram a aprovar a PEC 300. Garantiram que defenderiam os policiais, mas depois da posse tudo mudou. Dilma não quer nem ouvir falar da PEC 300, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT – RS) disse à imprensa que não vai colocar em votação a proposta, porque isso não é um problema federal, e sim dos estados, no que comete um grande equívoco.

No final do ano passado, conforme reproduzo abaixo, como foi revelado pela coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a presidente Dilma chamou seu vice Michel Temer para lhe pedir que o PMDB sepultasse a PEC 300. Temer na ocasião disse que só aceitava se o PT compartilhasse a responsabilidade e dividisse o ônus.

A verdade é que não adianta agora se falar em jogo político porque não é nada disso. Um sujeito chega à sua casa e te convence a ajudá-lo, garantindo que em troca vai te dar isso ou aquilo. Você acredita e o ajuda. Depois ele não cumpre a sua parte, foge de você, não quer nem mais tocar no assunto, e para completar ainda envia ameaças de que você pode se dar mal. Esse é o resumo do que está acontecendo com a PEC 300. Não existe nenhum jogo político, o que há são policiais que ganham salários indignos, em alguns casos como no Rio de Janeiro, miseráveis, que simplesmente estão correndo atrás do prejuízo e lutando pelo seu direito.



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Não custa lembrar que na sua campanha presidencial, Dilma e o PT se comprometeram a aprovar a PEC 300. Garantiram que defenderiam os policiais, mas depois da posse tudo mudou. Dilma não quer nem ouvir falar da PEC 300, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT – RS) disse à imprensa que não vai colocar em votação a proposta, porque isso não é um problema federal, e sim dos estados, no que comete um grande equívoco.

No final do ano passado, conforme reproduzo abaixo, como foi revelado pela coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a presidente Dilma chamou seu vice Michel Temer para lhe pedir que o PMDB sepultasse a PEC 300. Temer na ocasião disse que só aceitava se o PT compartilhasse a responsabilidade e dividisse o ônus.

A verdade é que não adianta agora se falar em jogo político porque não é nada disso. Um sujeito chega à sua casa e te convence a ajudá-lo, garantindo que em troca vai te dar isso ou aquilo. Você acredita e o ajuda. Depois ele não cumpre a sua parte, foge de você, não quer nem mais tocar no assunto, e para completar ainda envia ameaças de que você pode se dar mal. Esse é o resumo do que está acontecendo com a PEC 300. Não existe nenhum jogo político, o que há são policiais que ganham salários indignos, em alguns casos como no Rio de Janeiro, miseráveis, que simplesmente estão correndo atrás do prejuízo e lutando pelo seu direito.



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Traição do PT na PEC 300 alastrou movimento de greves de policiais

Reprodução da capa da Folha de S.Paulo



É preciso falar sem meias-palavras. A presidente Dilma está preocupada com a possibilidade das greves de policiais se alastrarem por todo o país. Além do Rio de Janeiro que pode ter greve de policiais civis, militares e bombeiros, mais 5 estados podem enfrentar paralisações de policiais: Alagoas, Pará, Espírito Santo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Não custa lembrar que na sua campanha presidencial, Dilma e o PT se comprometeram a aprovar a PEC 300. Garantiram que defenderiam os policiais, mas depois da posse tudo mudou. Dilma não quer nem ouvir falar da PEC 300, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT – RS) disse à imprensa que não vai colocar em votação a proposta, porque isso não é um problema federal, e sim dos estados, no que comete um grande equívoco.

No final do ano passado, conforme reproduzo abaixo, como foi revelado pela coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a presidente Dilma chamou seu vice Michel Temer para lhe pedir que o PMDB sepultasse a PEC 300. Temer na ocasião disse que só aceitava se o PT compartilhasse a responsabilidade e dividisse o ônus.

A verdade é que não adianta agora se falar em jogo político porque não é nada disso. Um sujeito chega à sua casa e te convence a ajudá-lo, garantindo que em troca vai te dar isso ou aquilo. Você acredita e o ajuda. Depois ele não cumpre a sua parte, foge de você, não quer nem mais tocar no assunto, e para completar ainda envia ameaças de que você pode se dar mal. Esse é o resumo do que está acontecendo com a PEC 300. Não existe nenhum jogo político, o que há são policiais que ganham salários indignos, em alguns casos como no Rio de Janeiro, miseráveis, que simplesmente estão correndo atrás do prejuízo e lutando pelo seu direito.



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08/02/2012 14:09


Traição do PT na PEC 300 alastrou movimento de greves de policiais

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É preciso falar sem meias-palavras. A presidente Dilma está preocupada com a possibilidade das greves de policiais se alastrarem por todo o país. Além do Rio de Janeiro que pode ter greve de policiais civis, militares e bombeiros, mais 5 estados podem enfrentar paralisações de policiais: Alagoas, Pará, Espírito Santo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Não custa lembrar que na sua campanha presidencial, Dilma e o PT se comprometeram a aprovar a PEC 300. Garantiram que defenderiam os policiais, mas depois da posse tudo mudou. Dilma não quer nem ouvir falar da PEC 300, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT – RS) disse à imprensa que não vai colocar em votação a proposta, porque isso não é um problema federal, e sim dos estados, no que comete um grande equívoco.

No final do ano passado, conforme reproduzo abaixo, como foi revelado pela coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a presidente Dilma chamou seu vice Michel Temer para lhe pedir que o PMDB sepultasse a PEC 300. Temer na ocasião disse que só aceitava se o PT compartilhasse a responsabilidade e dividisse o ônus.

A verdade é que não adianta agora se falar em jogo político porque não é nada disso. Um sujeito chega à sua casa e te convence a ajudá-lo, garantindo que em troca vai te dar isso ou aquilo. Você acredita e o ajuda. Depois ele não cumpre a sua parte, foge de você, não quer nem mais tocar no assunto, e para completar ainda envia ameaças de que você pode se dar mal. Esse é o resumo do que está acontecendo com a PEC 300. Não existe nenhum jogo político, o que há são policiais que ganham salários indignos, em alguns casos como no Rio de Janeiro, miseráveis, que simplesmente estão correndo atrás do prejuízo e lutando pelo seu direito.



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É preciso falar sem meias-palavras. A presidente Dilma está preocupada com a possibilidade das greves de policiais se alastrarem por todo o país. Além do Rio de Janeiro que pode ter greve de policiais civis, militares e bombeiros, mais 5 estados podem enfrentar paralisações de policiais: Alagoas, Pará, Espírito Santo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Não custa lembrar que na sua campanha presidencial, Dilma e o PT se comprometeram a aprovar a PEC 300. Garantiram que defenderiam os policiais, mas depois da posse tudo mudou. Dilma não quer nem ouvir falar da PEC 300, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT – RS) disse à imprensa que não vai colocar em votação a proposta, porque isso não é um problema federal, e sim dos estados, no que comete um grande equívoco.

No final do ano passado, conforme reproduzo abaixo, como foi revelado pela coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a presidente Dilma chamou seu vice Michel Temer para lhe pedir que o PMDB sepultasse a PEC 300. Temer na ocasião disse que só aceitava se o PT compartilhasse a responsabilidade e dividisse o ônus.

A verdade é que não adianta agora se falar em jogo político porque não é nada disso. Um sujeito chega à sua casa e te convence a ajudá-lo, garantindo que em troca vai te dar isso ou aquilo. Você acredita e o ajuda. Depois ele não cumpre a sua parte, foge de você, não quer nem mais tocar no assunto, e para completar ainda envia ameaças de que você pode se dar mal. Esse é o resumo do que está acontecendo com a PEC 300. Não existe nenhum jogo político, o que há são policiais que ganham salários indignos, em alguns casos como no Rio de Janeiro, miseráveis, que simplesmente estão correndo atrás do prejuízo e lutando pelo seu direito.



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Traição do PT na PEC 300 alastrou movimento de greves de policiais

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É preciso falar sem meias-palavras. A presidente Dilma está preocupada com a possibilidade das greves de policiais se alastrarem por todo o país. Além do Rio de Janeiro que pode ter greve de policiais civis, militares e bombeiros, mais 5 estados podem enfrentar paralisações de policiais: Alagoas, Pará, Espírito Santo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Não custa lembrar que na sua campanha presidencial, Dilma e o PT se comprometeram a aprovar a PEC 300. Garantiram que defenderiam os policiais, mas depois da posse tudo mudou. Dilma não quer nem ouvir falar da PEC 300, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT – RS) disse à imprensa que não vai colocar em votação a proposta, porque isso não é um problema federal, e sim dos estados, no que comete um grande equívoco.

No final do ano passado, conforme reproduzo abaixo, como foi revelado pela coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a presidente Dilma chamou seu vice Michel Temer para lhe pedir que o PMDB sepultasse a PEC 300. Temer na ocasião disse que só aceitava se o PT compartilhasse a responsabilidade e dividisse o ônus.

A verdade é que não adianta agora se falar em jogo político porque não é nada disso. Um sujeito chega à sua casa e te convence a ajudá-lo, garantindo que em troca vai te dar isso ou aquilo. Você acredita e o ajuda. Depois ele não cumpre a sua parte, foge de você, não quer nem mais tocar no assunto, e para completar ainda envia ameaças de que você pode se dar mal. Esse é o resumo do que está acontecendo com a PEC 300. Não existe nenhum jogo político, o que há são policiais que ganham salários indignos, em alguns casos como no Rio de Janeiro, miseráveis, que simplesmente estão correndo atrás do prejuízo e lutando pelo seu direito.



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Traição do PT na PEC 300 alastrou movimento de greves de policiais

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É preciso falar sem meias-palavras. A presidente Dilma está preocupada com a possibilidade das greves de policiais se alastrarem por todo o país. Além do Rio de Janeiro que pode ter greve de policiais civis, militares e bombeiros, mais 5 estados podem enfrentar paralisações de policiais: Alagoas, Pará, Espírito Santo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Não custa lembrar que na sua campanha presidencial, Dilma e o PT se comprometeram a aprovar a PEC 300. Garantiram que defenderiam os policiais, mas depois da posse tudo mudou. Dilma não quer nem ouvir falar da PEC 300, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT – RS) disse à imprensa que não vai colocar em votação a proposta, porque isso não é um problema federal, e sim dos estados, no que comete um grande equívoco.

No final do ano passado, conforme reproduzo abaixo, como foi revelado pela coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a presidente Dilma chamou seu vice Michel Temer para lhe pedir que o PMDB sepultasse a PEC 300. Temer na ocasião disse que só aceitava se o PT compartilhasse a responsabilidade e dividisse o ônus.

A verdade é que não adianta agora se falar em jogo político porque não é nada disso. Um sujeito chega à sua casa e te convence a ajudá-lo, garantindo que em troca vai te dar isso ou aquilo. Você acredita e o ajuda. Depois ele não cumpre a sua parte, foge de você, não quer nem mais tocar no assunto, e para completar ainda envia ameaças de que você pode se dar mal. Esse é o resumo do que está acontecendo com a PEC 300. Não existe nenhum jogo político, o que há são policiais que ganham salários indignos, em alguns casos como no Rio de Janeiro, miseráveis, que simplesmente estão correndo atrás do prejuízo e lutando pelo seu direito.



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