'Somos todos franceses', afirma Dilma em carta a Hollande após ataques em Paris

Presidente do Brasil classificou atos de 'covardes' e diz que 'corações dos brasileiros' estão com as vítimas; governo acompanha os dois brasileiros feridos
A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, enviou na tarde deste sábado (14/11) uma carta de solidariedade ao presidente da França, François Hollande, após uma onda de atentados em Paris que matou ao menos 129 pessoas e feriu outras 352, segundo os dados mais recentes do procurador-geral da França, François Molins.
"Somos todos franceses", afirma Dilma na carta, divulgada pela Agência Brasil. A mandatária classificou os atos – que ocorreram em seis localidades diferentes em Paris – de "covardes".
“Recebi com profunda consternação a notícia dos covardes atentados terroristas. Neste momento de choque e tristeza, os corações e mentes dos brasileiros estão com os feridos e as famílias das vítimas fatais", disse.
“Estou certa de que a nação francesa saberá enfrentar com altivez e determinação esse momento difícil, e dele sairá mais forte e coesa”, acrescentou a chefe de Estado.
Em sua conta no Twitter, Dilma Rousseff afirmou hoje que está acompanhando a recuperação dos dois brasileiros feridos nos ataques.
"Fico feliz porque a jovem não teve maiores sequelas e desejo pronta recuperação ao rapaz ainda hospitalizado", comentou no microblog. Opera Mundi.

Comentários

Dilmachadão disse…
Ô, gente, vocês acreditam que bombardeá o ISIS resolve o problema? Porque se resolvesse eu acho que estaria resolvido no Iraque. E o que se tem visto no Iraque é a paralisia. Isso não sô eu que tô dizeno, é só ocês lerem o New York Times de ontem. Que qui o New York Times diz? Que houve uma estagnação. Porque o ISIS tem apoio de comunidades sunitas. Então, o que se tem de olhá é, de fato, a raiz desse problema. Ceis sabem aquele negócio, quando ocê destampa a caixa e sai todos os demônios? Os demônios estão soltos. Todos. Não vamos esquecer o que ocorreu no Iraque: houve uma dissolução do Estado iraquiano, uma dissolução. Então, hoje, a gente querê simplesmente… é… bombardeá o ISIS, dizê que você resolve porque o diálogo não dá, eu acho que não dá, também, só o bombardeio, porque o bombardeio não leva a consequências de paz. Porque você qué bombardeá por quê? Porque alguém internamente qué qui você bombardeie? Você vai bombardeá para quê? Para garantir a paz?

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK