Vídeo: Kennedy Alencar entrevista o ex-presidente Lula - Parte 1

Comentários

Anônimo disse…
“Ninguém esperava por essa, mas eu vou dizer aqui com toda exclusividade: eu posso sair candidato em 2018 se algumas coisas acontecerem, como por exemplo o céu continuar sendo azul e a chuva continuar molhando”, disse Lula.

Emocionado, Lula fez outras revelações que surpreenderam o jornalista. “Sou corintiano, tenho nove dedos e uso barba”, disse o ex-presidente. “Chega uma hora na vida do homem que ele precisa revelar coisas sobre ele que ninguém imaginava.”

Lula também aproveitou para dizer mais coisas inéditas sobre si: que foi sindicalista, que nasceu em Garanhuns (PE), que dona Marisa não gosta de falar e que seus filhos estão muito bem de vida.

É um ladrão inútil!
Presidiário José Dirceu disse…
Lula nada tem a perder por comportar-se dessa maneira.
Não tem honra a ser manchada ou dignidade a ser preservada, já que ignora o sentido dessas construções.
Sem qualquer escrúpulo, segue mentindo deslavadamente e sem qualquer peso na consciência, em razão de sua primariedade como ser humano.
Podia ter mudado a história do país e de seu povo, mas revelou-se o que não queríamos admitir que fosse, à despeito de evidências que sempre estiveram presentes: vulgar, inculto, preguiçoso, ganancioso e desonesto.
José Gsuíno do PT disse…
Lula atingiu a máxima eficiência.

Ele mesmo nomeia os ladrões, eles mesmo se jacta de ter vitaminado o combate à corrupção e ele mesmo se isenta de responsabilidade pela roubalheira. “Sou o presidente que mais visitou a Petrobras. Nunca ninguém me disse que tinha algum corrupto.”

Nessa época, Dilma presidia o Conselho de Administração da Petrobras. O companheiro João Vaccari transformava propinas em doações registradas pelo PT na Justiça Eleitoral. E Lula culpa o mundo por não ter sido avisado.

A alturas tantas, Lula repetiu para o repórter o mantra segundo o qual sua mãe morreu analfabeta, mas lhe ensinou a andar sempre de cabeça erguida. É animador saber que Lula conserva a fronte levantada. Com sorte, ao passar defronte de um espelho, vai acabar enxergando a imagem de um culpado. Do contrário, corre o risco de migrar da atual condição de constrangedor para o patético.