Judiciário em frangalhos

COLUNA Antonio Ibiapino
Não quero mencionar nenhum representante do poder judiciário, mas as instituições: Justiça e Ministério Público. Neste momento em que se cobra ética na ação pública, estas duas instituição se agarram com unhas e dentes em uma tese esdruxula para ficarem de fora das medidas que punem os responsáveis por ações ilícitas.
Por acaso, a Justiça e o Ministério Público planejam agirem ilegalmente em ações futuras? E se não estão pensando em nada que seja inconfessável, por que o medo? O próprio povo de forma sábia já disse: "quem não deve não teme".
É também necessário refletir sobre o artigo quinto da Constituição Federal, Carta Magna ou lei maior do país, que diz: "Todos são iguais perante a lei". Desse modo os integrante dessas instituições, não são melhores nem piores do que os demais, por conseguinte, todos estão submetidos as leis e não as leis submetidas a eles; esta é uma verdade, filosófica e jurídica.
Se a vontade corporativa prevalecer nesse caso, as gerações futuras sentirão vergonha do que hoje se faz no Brasil.

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