No TSE, “faz-de-conta” ou golpe no golpe?

Por Fernando Brito - Tijolaço.
Está começando o “julgamento” da impugnação da chapa (e do mandato) Dilma Temer.
Possivelmente, não irá longe.
Por razões formais ou por pedido de vistas, fica onde está e adiante não vai, por quanto tempo for conveniente.
Como o julgamento, na prática, depois da deposição de Dilma, é o de Michel Temer, o fato de ser o seu mais importante conselheiro a presidi-lo já seria razão bastante para torna-lo suspeito.
O fato, porém, de até  os gramados de Brasília sabem que o presidente do Tribunal suspira pelo cargo que está em jogo.
É triste o destino da democracia brasileira.
Mas é só o primeiro capítulo da novela e novela é sempre longa.
Ou, talvez, nem mesmo o primeiro capítulo, só uma cena de abertura, porque não passa das preliminares

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