Golpistas com receio: é hora de partir para a ofensiva

Está previsto para a próxima quarta-feira, 10 de maio, o depoimento do ex-presidente Lula, em Curitiba no tribunal de exceção do juizeco Sérgio Moro. A cidade paranaense já vive o clima de apreensão pelo que promete ser a maior caravana realizada nos últimos dez anos pela esquerda brasileira.
Diante de tanta expectativa e mobilização por parte da militância que fortalece a defesa de Lula, mais uma vez os golpistas, personificados na figura do Mussolini de Maringá, o juizeco Sérgio Moro, pediu para os seus ‘apoiadores’ não irem para Curitiba no dia 10 maio, pois ele o ‘juiz’ está preocupado com a integridade física dos seus. Claramente prevendo um esvaziamento da direita, principalmente em comparação ao tamanho da manifestação pró Lula, Moro realiza uma ‘fuga para frente’, tentando demonstrar força diante das câmeras, mas que na verdade é o reconhecimento que está sendo acuado pela pressão da mobilização contra o golpe.
Os golpistas acreditavam que facilmente a militância aceitaria a ida de Lula para Curitiba com o único propósito de ser ouvido e em seguida ser liberado pelos policiais federais. Ledo engano, pois desde a tentativa de sequestro realizada contra o ex-presidente em março de 2016 na sua casa em São Bernardo, os militantes da esquerda brasileira, entre eles do Partido da Causa Operária, vêm denunciando as tentativas de encarceramento do maior líder da classe trabalhadora brasileira. Não à toa eles, os golpistas, alteraram a data do depoimento do dia 3 de maio para o dia 10 de maio. Uma clara manobra para desmobilizar as caravanas e dar uma última cartada na tentativa de enfraquecer a defesa de Lula.
Com o duro golpe que a esquerda brasileira pretende protagonizar na luta contra essa operação golpista intitulada de Lava Jato, é necessária uma nova Greve Geral que possa ser construída com a paralisação de pelo menos 48h da produção no Brasil e reconduzir a presidenta democraticamente eleita Dilma Rousseff para a conclusão do seu mandato. Fonte: Causa Operária.

Comentários